Da série: Perdendo peso, ganhando saude e um corpinho de elogios. #3
Ontem não postei nada pra não atrair olho gordo! hahaha
Mentira, não tive tempo pra pensar em algo legal pra escrever, mas enfim....
Hoje é meu segundo dia de dieta sem erros! Espero conseguir resistir por mais alguns dias, semanas e até meses, se tudo der certo.
''O tamanho das suas porções determinará o tamanho do seu manequim''
N.Netto
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
Deu M****
Da série: Perdendo peso, ganhando saude e um corpinho de elogios. #2
Tá, deu tudo errado. Meu café da manhã foi monstruoso, meu almoço nem tanto. A academia estava fechada e eu comi a tarde toda, literalmente. Vou jantar tarde e vou comer muito, ou seja, fodeu. Amanhã é um novo dia, espero restringir os carboidratos e açúcares.
To decepcionada com a minha falta de pulso comigo mesma.
N.Netto.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
(re)Começo em pinhal beach.
Da série: Perdendo peso, ganhando saude e um corpinho de elogios. #1
E começa a batalha.
PROPOSTA:
30 dias : Do dia 13 de janeiro ao dia 13 de fevereiro = -6 Kg
Com base nessa proposta, pretendo, todos os dias se possível, escrever aqui sobre meu treino, alimentação, dúvidas, desabafos, sobre as vitórias e as derrotas (se houver alguma).
Será uma série bem informal, não vou utilizar de um português lindo e maravilhoso porque eu não to afim e eu acho que não combina também.
Para a tristeza dos olhares alheios, vou tirar algumas fotos e colocá-las aqui, para poder acompanhar meu processo de emagrecimento e...gostosificação (?) Enfim, vou tirar fotos e medidas. – Não sei se vou ter coragem de colocar as fotos do início...Talvez eu só coloque as fotos no dia da última postagem-
Vou procurar postar sobre essas coisas somente no fim do dia, para poder fazer uma avaliação geral do meu dia e desabafar aqui.
É isso aí. Hoje é dia 13, paguei um mês de academia na praia, e vou me esforçar. Hoje o treino é costas e bíceps + caminhar ou pedalar + abdominais.
Beijos.
obs: hoje a dieta ainda não foi completa.
N.Netto
domingo, 8 de janeiro de 2012
A Pedra Rara
De repente, quando a noite for clara,
E eu lhe acolher e ser gentil,
Eu serei outra vez pedra rara
- Mais que aquele céu azul anil
Pedra rara, enquanto eu:
Pularei mais alto e mais forte
O pranto, correrei até o teu
Hei de fugir da própria morte
Vivo, como o céu azul serei
Tão grande quanto o amor, maior!
Ao mundo, vasto mundo, hei
sempre dar de mim o melhor
Hoje, sou, como nunca, calma
Pois, esquecida, tenha dó!
Leve que nem rara minha alma
É a pedra que tomou vida só
Sem o meu fulgor, deixei o pranto
teu e nem correndo atrás fui!
Saiu de mim o raro tanto
de pedra que azul dilui!
LUCIANA PONTES (30/11/2008)
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Memórias perdidas I
Memórias de Wendy Moira Angela Darling
- pensamentos de uma noite qualquer-
Londres, 1959
Eu ainda lembro de sentir na pele do meu rosto o vento que caracterizava a chegada dele. No início, ele vinha até nosso quarto (meu e de meus irmãos) e, escondido, ouvia as histórias que eu sabia contar. Ele adorava aquelas sobre piratas e corsários brigando por tesouros, ou aquelas de princesas que precisavam ser resgatadas... João e Miguel, com seus pijamas de algodão, também ouviam as histórias, atentamente, enquanto estavam sentados em suas camas.
Mas o dia que jamais esqueci, certamente, foi aquele em que, sem querer, ele entrou no quarto. Por ir atrás de sua fadinha, acabou por fazer barulho demais derrubando minha caixinha de música no chão, veja só! Aquela noite, sua magia nos dominou e voamos pelas ruas de Londres em busca da Terra em que jamais voltarei a pisar.
E tantas aventuras vivi lá.
Às vezes, penso se minha vida teria sido diferente se tudo isso nunca tivesse acontecido. Nada de Peter, nem Sininho, nem Crocodilos com relógios no estômago... Teria minha vida tomado um rumo tão diferente? Seria eu menos amargurada com as minhas escolhas? Eu poderia viver sem sentir essa brisa da noite que tanto me fez sonhar?
Ah! Peter! Como, hoje, deve estar? Ainda a brigar com os Piratas, com certeza, e festejar com os Índios depois... Ainda deve voar sobre as águas do Rio e ouvir o canto das Sereias... Ainda deve ser menino demais para entender porque eu escolhi outra vida para mim.
Agora, ouço os ruídos da noite fria de Londres. Jamais senti-me tão viva quanto me
senti, um dia, lá, naquela terra distante. Jamais fui feliz plenamente sabendo que a felicidade me esperava em outro lugar. Mas agora é tarde! É tarde demais para querer ser alguém que escolhi não ser... É tarde para querer ouvir de sua voz o pedido de que fique na Terra do Nunca! Veja como estou... Encostada no peitoril da janela - a qual nunca tornei a fechar - esperançosa de que o tempo volte e eu possa me aventurar pelos ares novamente... E, veja como estou... Velha, descalça, meus cabelos brancos estão soltos... Estou velha, Peter, agora não adianta mais... A cada dia que passa confundo a verdade com os meus sonhos. Já não sei se conheci você realmente ou se apenas sonhei. E qual sonho, então, seria esse!
Eu estou aqui, como sempre estive... Esperando por você na mesma janela de sempre. Sei que esperarei eternamente, porque você não há de voltar, menino.
Peter, me desculpe, mas eu cresci...
(Baseado na obra Peter Pan, de James Barrie)
por LUCIANA PONTES.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Fênix
Um ano passou sem nenhuma postagem minha... Talvez esse seja o reflexo de um 2011 diferente dos anos anteriores: Com a formatura no ensino médio da escola, descobri que a vida fora da adolescência escolar é bem diferente e bem mais complexa.
Se arrependo-me de nada no blog ter postado por um ano? Talvez.
Mas muito do meu tempo foi ocupado com estudos, pois atualmente curso Direito no Centro Universitário Ritter dos Reis e curso Letras na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Também comecei a trabalhar no Kumon, empresa que auxilia, em português, matemática e inglês, o estudo de crianças, adolescentes e adultos.
Espero voltar a escrever no blog no ano de 2012, pois muito bem lembro de sentir-me livre do sobrepeso do quotidiano quando postava aqui.
Vida nova a todos!
Por LUCIANA PONTES
domingo, 1 de maio de 2011
Minha crise de existência.
Hoje é domingo e eu tive um final de semana bem...agitado.
Não é de hoje, nem da semana passada que venho me questionando sobre muitas coisas que faço, deixo de fazer, penso em fazer. Coisas que eu falo, que penso ou então simplesmente jogo na cara das pessoas sem o menor sentimento, cuidado ou afeto.
Tenho pensado MUITO sobre a minha relação com a minha família,minha pequena família. Meu pai, minha mãe e minha irmã. E sempre que eu penso eu sinto medo, medo que o acaso chegue e me tire um deles, ou todos. Medo que a doença prejudique alguém, que o assalto roube a vida de algué, medo que eu não possa estar presente nos momentos mais felizes da vida deles ou que eu não possa dar o prazer de fazer com que os momentos mais felizes para mim sejam compartilhados com eles. Medo que eles não percebam o quanto são importantes e o quanto eu os amo, incondicionalmente. Um amor que vai além da vida e da morte.
A morte me assusta. Na verdade ela me apavora! Eu falo em morte e sinto um nada dentro de mim, uma tristeza alheia... Os suicidas que me perdoem, mas o maior ato de covardia do universo é ao suicídio. A pessoa cometer o suicídio é o mesmo do que ela admitir que prefere não conviver ao sofrer. Sofrer de amor, de amizade, de família, de escola, de esforço, de qualquer coisa! ou até mesmo a falta de tudo isso!
Mas a questão é essa! É horrível se apegar a alguém e depois perder. E isso me assusta. Não se preocupem eu não vou me suicidar, seria a ultima coisa que eu faria. Meu amor é tanto por essas três pessoas que quando acontece de alguém próximo sofrer uma perda, eu penso que poderia ter acontecido comigo! Meu amor é tanto que eu deixaria de fazer qualquer coisa pra ficar perto deles.
Enfim, eu precisava muito dizer que eu quero muito passar com a minha família todos os momentos da minha vida! Quero ver meus pais fazerem 50 anos, fazerem bodas de ouro, realizarem seus sonhos. Quero que minha mãe possa visitar New York, possa voltar à Belgica...Quero que meu pai realize todos os sonhos dele, que ele continue com essa simplicidade e paciência singulares. Quero acompanhar junto dos meus pais a formatura da minha irmã na oitava série, os 15 anos dela, a formatura do terceiro, o vestibular, os 18, o primeiro trabalho, o primeiro namorado, a faculdade!, o casamento, os filhos...Quero poder dar netos aos meus pais e sobrinhos à minha irmã. Quero poder realizar os sonhos que eles têm e os meus também. Quero fazer deles as pessoas mais felizes do mundo. Queria poder viver eternamente do lado deles.
Daí eu paro e penso que isso não rola, que é impossível... E isso me dói. Me dói pensar que eu já chinguei meu pai por pouca coisa, que eu briguei com a minha irmã por causa do computador, que eu pensei que a minha mãe não me entendia. Isso é horrível. Me dói pensar que eu fiz tanta coisa errada pra eles e que eles sempre me perdoam e eu faço errado de novo.
Eu queria ser a melhor filha, melhor irmã, melhor amiga, melhor mulher, melhor profissional, melhor tia, melhor dinda e melhor avó do mundo! Mas nada disso me é garantido. Então só me resta aproveitar a vida com cuidado, com amor...Preservar minha vida, meu corpo, minha mente e minha alma.
Minha família, minha jóia, minha vida e meu amor.
Netto
Não é de hoje, nem da semana passada que venho me questionando sobre muitas coisas que faço, deixo de fazer, penso em fazer. Coisas que eu falo, que penso ou então simplesmente jogo na cara das pessoas sem o menor sentimento, cuidado ou afeto.
Tenho pensado MUITO sobre a minha relação com a minha família,minha pequena família. Meu pai, minha mãe e minha irmã. E sempre que eu penso eu sinto medo, medo que o acaso chegue e me tire um deles, ou todos. Medo que a doença prejudique alguém, que o assalto roube a vida de algué, medo que eu não possa estar presente nos momentos mais felizes da vida deles ou que eu não possa dar o prazer de fazer com que os momentos mais felizes para mim sejam compartilhados com eles. Medo que eles não percebam o quanto são importantes e o quanto eu os amo, incondicionalmente. Um amor que vai além da vida e da morte.
A morte me assusta. Na verdade ela me apavora! Eu falo em morte e sinto um nada dentro de mim, uma tristeza alheia... Os suicidas que me perdoem, mas o maior ato de covardia do universo é ao suicídio. A pessoa cometer o suicídio é o mesmo do que ela admitir que prefere não conviver ao sofrer. Sofrer de amor, de amizade, de família, de escola, de esforço, de qualquer coisa! ou até mesmo a falta de tudo isso!
Mas a questão é essa! É horrível se apegar a alguém e depois perder. E isso me assusta. Não se preocupem eu não vou me suicidar, seria a ultima coisa que eu faria. Meu amor é tanto por essas três pessoas que quando acontece de alguém próximo sofrer uma perda, eu penso que poderia ter acontecido comigo! Meu amor é tanto que eu deixaria de fazer qualquer coisa pra ficar perto deles.
Enfim, eu precisava muito dizer que eu quero muito passar com a minha família todos os momentos da minha vida! Quero ver meus pais fazerem 50 anos, fazerem bodas de ouro, realizarem seus sonhos. Quero que minha mãe possa visitar New York, possa voltar à Belgica...Quero que meu pai realize todos os sonhos dele, que ele continue com essa simplicidade e paciência singulares. Quero acompanhar junto dos meus pais a formatura da minha irmã na oitava série, os 15 anos dela, a formatura do terceiro, o vestibular, os 18, o primeiro trabalho, o primeiro namorado, a faculdade!, o casamento, os filhos...Quero poder dar netos aos meus pais e sobrinhos à minha irmã. Quero poder realizar os sonhos que eles têm e os meus também. Quero fazer deles as pessoas mais felizes do mundo. Queria poder viver eternamente do lado deles.
Daí eu paro e penso que isso não rola, que é impossível... E isso me dói. Me dói pensar que eu já chinguei meu pai por pouca coisa, que eu briguei com a minha irmã por causa do computador, que eu pensei que a minha mãe não me entendia. Isso é horrível. Me dói pensar que eu fiz tanta coisa errada pra eles e que eles sempre me perdoam e eu faço errado de novo.
Eu queria ser a melhor filha, melhor irmã, melhor amiga, melhor mulher, melhor profissional, melhor tia, melhor dinda e melhor avó do mundo! Mas nada disso me é garantido. Então só me resta aproveitar a vida com cuidado, com amor...Preservar minha vida, meu corpo, minha mente e minha alma.
Minha família, minha jóia, minha vida e meu amor.
Netto
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
É, eu sou uma filha ruim...
Não uso drogas, não bebo excessivamente, não sou ignorante, não sou burra, nunca repeti de ano, nunca respondo pros meus pais, acredito que eles estão sempre certos, concordo com tudo o que eles dizem, não ando com pessoas de má índole, nunca fiquei em recuperação, passei por média no terceiro ano, tirei nono lugar em enfermagem na pucrs, não cursei por querer poupar meus pais de pagar faculdade, quero muito passar na UFRGS, estou estudando pra ter meus objetivos realizados, não mato aula, não engravidei com 15 anos, sou virgem, emagreci 11 kg...
E agora questionei minha irmã por seus comportamentos (achando que eu estava certa)...mifu.
Netto.
E agora questionei minha irmã por seus comportamentos (achando que eu estava certa)...mifu.
Netto.
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